Por Dora Incontri (*) (Escrevi esses pensamentos, muito sentidos, há alguns anos. Pretendia publicá-los num livro, mas antes que ficarem guardados, na memória do computador, melhor partilhar com outros que, como eu, estejam amadurecendo essa que é a maior herança divina em nós: a capacidade de amar.) Parque Nacional da Tijuca - Rio de Janeiro O amor é o oposto da indiferença. O amor nunca tanto faz, com o que o ser amado faz. Por isso se empenha sempre por um fazer de luz. O amor pode curar, salvar, elevar, educar, regenerar. Mas tudo a longo prazo, pois para se mostrar, atuar e agir, precisa muito ter paciência, perseverar, persistir, muitas, infinitas vezes perdoar… Tudo devagar. O amor desgovernado, tumultuado pelas paixões, queima os corações, provoca afastamentos, descontentamentos, dilacerações… Por isso, o amor precisa se asserenar, se suavizar, alimentando-se de eternidade!

Muito bom!
ResponderExcluirEveraldo - Viçosa do Ceará
Everaldo!
ExcluirNão se esquive!
Aguardamos mais contribuições sua.
Abração!
Ótima notícia!
ResponderExcluirTive o prazer de ouvi-lo no 20° ENESE e o professor Francisco Suetonio Bastos Mota do DEHA/UFC utiliza muito seus vídeos falando de Reúso de Água e afins.
Olá, Izabel!
ExcluirBoa referência!
Abração!