sábado, 26 de setembro de 2020

AS MULHERES SEMPRE FORAM OS PILARES DO EDIFÍCIO CRISTÃO

 


“As mulheres da vida de Jesus”, elas não foram simples coadjuvantes das passagens que marcaram o cristianismo. Os evangelistas são explícitos quanto à numerosa presença feminina na paixão e ao pé da cruz. Foram elas as testemunhas de momentos-chave dos tempos apostólicos.

Historicamente, o patriarcado ancestral tem dominado a trajetória do cristianismo. A exemplo de Deus, o “Pai” e não Mãe, Criador e não Criadora, passando pelos 12 apóstolos e não apóstolas, e culminando com Jesus, Filho e não filha. Curiosamente, contudo, são as mulheres que não só participaram, como protagonizaram boa parte dos momentos cruciais da vida de Cristo.

sexta-feira, 25 de setembro de 2020

MORRER FELIZ

 


Tema recorrente em nosso mundo é a felicidade, a maior aspiração humana.

Todos queremos, acima de tudo, ser felizes.

Seria interessante refletir sobre o assunto, a partir de um versinho de Mario Quintana:

 

"Quantas vezes a gente, em busca da ventura,

Procede tal e qual o avozinho infeliz,

Em vão, por toda parte, os óculos procura

Tendo-os na ponta do nariz."

quarta-feira, 23 de setembro de 2020

A DEFESA DO FETO E SUAS SUBJETIVIDADES


Em todos os episódios que a sociedade se posiciona em defesa do feto, mesmo entre os espíritas, fica um vazio ainda não preenchido pelos defensores da vida. E esse vazio só será realmente preenchido após a resposta à seguinte pergunta: a vida se resume só ao feto?

Allan Kardec faz um convite vibrante para os espíritas acerca desse assunto, quando ele se refere ao conceito espírita de educação, na questão n° 625, de “O Livro dos Espíritos”. É um chamado viril ao ativismo espírita:

terça-feira, 22 de setembro de 2020

É POSSÍVEL SER ESPÍRITA INTER-RELIGOSO?

 


Este relato é uma partilha.

Nestes tempos de atividades online tenho buscado interagir com diversas vozes religiosas na escancarada fome de educação para minha subjetividade moldada pelas religiões hegemônicas, para que consiga (sem vernizes) conviver legítima e amorosamente com os sagrados que moram além do cristianismo.