sexta-feira, 20 de abril de 2018

CONSCIÊNCIA ESPÍRITA







“Da conduta dos indivíduos depende o destino das organizações”. (Espírito André Luiz”



A partir de autorreflexões, censuro emoções, pensamentos e atitudes frente à diversidade de fatos que marcam o conturbado cotidiano do País, com a população totalmente aturdida. Delas surge o questionamento:

É possível exercitar uma consciência espírita em uma sociedade polarizada como a brasileira?

A polarização decorre dos princípios “certo ou errado”, “bem ou mal”, “direita ou esquerda”. Havendo somente duas alternativas em discussão, é óbvio que todos defenderão sua opinião como verdadeira. Esse tipo de pensamento – linear/binário/cartesiano – é que levou o físico americano de posterior cidadania brasileira e britânica chamar de “a doença do pensamento”, de fácil diagnóstico, que tem como principais sintomas: imediatismo, superficialidade e o simplismo.

quinta-feira, 19 de abril de 2018

RECEITA DE O LIVRO DOS ESPÍRITOS


           
           
           Será que “O Livro dos Espíritos” se constitui numa obra como qualquer outra ou tem algo de especial? Será que houve alguma receita especial para a sua formatação?
          Sabemos que existem apelos no tocante a mudanças que se pretende realizar em sua estrutura, mas são esforços lançados ao vento sem que nada que trazem à baila pareça convencer àquele que tenha o mínimo de discernimento e acaba caindo no vazio.
          Para entender a confecção de O Livro dos espíritos convém entender o contexto. Metade do século XIX. Havia um crescente de fenômenos que invadiam os salões da Europa, notadamente na França. Algo de estranho, sob a forma de ruídos, acusava uma força que não estava representado pela ação das pessoas que compunham as assembléias. Havia uma coordenação invisível de forças que sugeriu uma forma de responder às perguntas através de pancadas, criado um alfabeto através do qual se comunicavam. Aqueles seres diziam fazer parte de um mundo paralelo ao nosso e garantiam ter passado para lá através da morte e que anteriormente viviam como nós. Vários cadernos traziam um sem número de perguntas e respostas sobre questões que iam desde a dúvida científica até a mera e pueril curiosidade.

quarta-feira, 18 de abril de 2018

161 ANOS DE O LIVRO DOS ESPÍRITOS


Originalmente publicado em 1857, O Livro dos Espíritos marca o nascimento da Doutrina Espírita e inicia o conjunto de cinco publicações que formariam a Codificação Espírita organizada por Allan Kardec. Considerado o Consolador Prometido por Jesus Cristo, o Espiritismo apresenta um novo caminho e a crença de que a vida continua após a morte. Texto fundamental para conhecer e estudar a Doutrina Espírita, O Livro dos Espíritos traz 1.019 perguntas, sobre diversos temas, feitas por Kardec com as respectivas respostas dos companheiros espirituais, permitindo que possamos conhecer e entender inúmeras ações que nos acompanham diariamente.
Fonte:FEB







terça-feira, 17 de abril de 2018

O ESPIRITISMO JAMAIS SERÁ SUPERADO







O Livro dos Espíritos é originário da revelação dos Espíritos por meio da comunicação mediúnica através da “cesta de bico” [1] e posteriormente da “cesta-pião”.[2] Buscando a melhoria do processo, Allan Kardec estudou maneiras mais apropriadas para obtenção de informações do “além-tumulo”. Contando com a colaboração das médiuns Ruth Celine Japhet, Aline Carlotti, Caroline Baudin, Julie Baudin e Ermance Dufaux, que estavam à sua disposição, descobriu o mecanismo da psicografia que consistia na influência direta do Espírito sobre o médium, controlando determinadas zonas cerebrais através do perispírito para que a Entidade pudesse controlar a sua mão e reproduzir a escrita manual.