domingo, 24 de junho de 2018

VIDA E EVOLUÇÃO





Qual o antônimo de vida? Morte?
Não! Esta é o contrário de nascimento!...
A Vida é interminável por intento,
Tem a imperecibilidade por sorte.

Pela carne, transitamos na Terra
Para vivenciarmos as lições
Das dificuldades, das aflições
Que, por bênção, retificam quem erra...

sábado, 23 de junho de 2018

ALUCINAÇÃO - UMA REVISÃO EM KARDEC


 


Todas as vezes que me sento diante do computador para escrever algum artigo, penso seriamente naquilo que seria possível para mim, mas que, antes de tudo, poderia despertar algum sentido mais profundo para os que me leem.

Naturalmente, a minha pretensão é grande, pois reconheço a minha pequenez para tal, no entanto, parto do princípio de que, se possível, eu possa escrever sobre um assunto que não seja corriqueiro.

Entretanto, como psiquiatra, não consigo fugir muito aos assuntos ligados ao dia-a-dia da minha experiência profissional. Portanto, escolhi mais uma vez abordar um tema voltado à questão patológica: a alucinação. Contudo, desta vez, mais do que nunca, o meu referencial é Kardec.

sexta-feira, 22 de junho de 2018

PERFUME DE MULHER



 
Um dos momentos mais célebres do filme
 Imagine uma amarga infelicidade decorrente de sucessivas desilusões e frustrações agravadas por um acidente que provocou deficiência visual. O desdobramento foi uma postura arrogante, orgulhosa e extremamente agressiva no comportamento.
Esta é a história de um tenente coronel que, já aposentado e muito hábil nos raciocínios, com grande experiência de vida e revoltado com deficiência visual decorrente de um acidente que lhe tirou a visão numa brincadeira irresponsável.

quarta-feira, 20 de junho de 2018

COMO ENFRENTAR A "CULPA" E DESCULPAS?



 
A percepção da “culpa” tem sido objeto de investigações e influências no amplo debate temático da Doutrina dos Espíritos e das ciências psíquicas. Sabe-se que são intermináveis e graves as consequências da conservação da “culpa” em nossa vida, podendo alcançar indescritíveis destroços emocionais, psicológicos, comportamentais e morais.

A famosa “culpa” se consubstancia numa sensação de angústia adquirida após reavaliação de um ato tido como reprovável por nós mesmos, ou seja, quando transgredimos as normas da nossa consciência moral.