sexta-feira, 19 de julho de 2024

BASES DA "FÉ CEGA"


Por Jerri Almeida

A fé abraâmica definiu profundamente o arcabouço teológico e psicológico das relações entre os homens e o “sagrado”. A rigor, devemos lembrar que Abraão é visto como uma figura importante para as três grandes religiões monoteístas: Judaísmo, Cristianismo e Islamismo, isto porque ele representa uma espécie de “encruzilhada” entre os vários povos. Paulo, por sua vez, argumentará que Abraão foi o “pai da fé”. (Romanos 4: v.16-19  e Gálatas 3: v.7)

terça-feira, 16 de julho de 2024

O ESPIRITISMO E OS NOVOS ARRANJOS FAMILIARES¹

 

Por Alexandre Júnior

A família é uma instituição social, que de acordo com Engels (1984), teve início com a origem da propriedade privada, quando os grupamentos humanos passaram de nômades para sedentários. Os grupos foram se acomodando em torno de outros menores até que se constituiu a família, com o contato mais próximo uns dos outros, se desenvolveram os laços afetivos. Foi também nesse momento que surgiu a desigualdade de gênero e o determinismo biológico dos corpos humanos, o qual determinou papéis, status sociais, os quais definiram o lugar que homens e mulheres passariam a ocupar na sociedade. Essa forma de organização social instituiu o modelo de família nuclear, cujo princípio seria o homem mantenedor e a mulher cuidadora do lar. Esse modelo foi estabelecido socialmente como padrão “normal, como modelo a ser seguido”, no entanto, com o desenvolvimento social, todo e qualquer outro modelo fora desse padrão seria considerado desviante. 

sábado, 13 de julho de 2024

QUEM TEM MEDO DO ALGORÍTIMO?

 


Por Ana Cláudia Laurindo

A cada época o mundo das formas cria mocinhos e vilões, para amarmos e temermos.

Já amamos princesas frágeis e odiamos bruxas ardilosas.

Assim muitas mulheres acreditaram no conto do vigário e dedicaram toda a existência a um príncipe, mesmo que em muitos casos tenham encontrado sapos e dragões.

quinta-feira, 11 de julho de 2024

A CRÍTICA NO CONTEXTO ESPÍRITA

 

Por Marcelo Henrique

O exercício da crítica, construtiva e positiva, deve ser seguido por todo interessado no Espiritismo, no sentido de que, sempre, seja realizado um estudo comparativo das mensagens mediúnicas e das obras publicadas como sendo espíritas. A PEDRA DE TOQUE é e será sempre a Codificação Espírita. Isto, contudo, sem deixar de destacar que o próprio Codificador sempre considerou a Filosofia Espírita como uma Doutrina aberta e progressiva, que não foi ditada completa, cabendo aos homens que lhe seguiram completá-la, no diálogo com os Espíritos. Esta é a nossa tarefa: dialogar com os Espíritos (encarnados e desencarnados) para fazer prosseguir a tarefa do esclarecimento espírita para “aqueles que têm olhos de ver e ouvidos de ouvir”.