quarta-feira, 8 de abril de 2020

INSENSATO?





Por que essa vontade não cessa em mim,
De dizer, sobre o vulgar, o inusitado?
Tantos, se veem, sentem, deixam assim...
Frustro-me, porém, fico sufocado!

terça-feira, 7 de abril de 2020

CREMAÇÃO EM TEMPOS DE COVID-19


            

        Com a pandemia do COVID-19, a ocorrência de óbitos no mundo é assustadora. Pesquisadores da Universidade de Oxford estima que no Brasil poderão ocorrer 478 mil mortes. O governo chinês impôs a imediata cremação dos corpos em equipamentos nas cercanias dos nosocômios onde os pacientes estavam internados. Países como Itália e Portugal também suspenderam os rituais fúnebres e optam pela cremação. Até mesmo o Irã, que tem como tradição a lavagem dos corpos antes do sepultamento, suspendeu este tipo de ação para evitar a contaminação.
          No Brasil, o Direito Funerário é matéria reservada aos municípios. São Paulo e Rio de Janeiro limitaram o acesso aos velórios – no máximo 10 pessoas – seguido da proibição da abertura da urna funerária. Até o momento não foi exigida a zincada.

APLAUSOS AOS ESQUECIDOS


 
         Aqui se propõe um singelo exercício que haverá de movimentar memórias e sentimentos. É sabido que cada um faz parte de uma equipe específica geralmente delimitada pelos laços consanguíneos e amigos mais próximos. Provavelmente a maioria nasce cercada desse contingente de pessoas que em maior ou menor escala são significativas no decorrer da existência e de alguma forma serão lembradas, considerado um leque de reminiscências.

segunda-feira, 6 de abril de 2020

MORTE E DESLIGAMENTO DO CORPO FÍSICO


  
Morte física e desencarne não ocorrem simultaneamente. A morte física se dá com a morte cerebral. O Espírito desencarna quando se completa o desligamento, o que demanda algumas horas ou alguns dias.

Basicamente o Espírito permanece ligado ao corpo enquanto são muito fortes nele as impressões da existência física.

Indivíduos materialistas, que fazem da jornada humana um fim em si, que não cogitam de objetivos superiores, que cultivam vícios e paixões, ficam retidos por mais tempo, até que a impregnação fluídica animalizada de que se revestem seja reduzida a níveis compatíveis com o desligamento.