quarta-feira, 12 de dezembro de 2018

CORPO - FERRAMENTA DE EVOLUÇÃO


          

 
          As informações emanadas da Doutrina Espírita propõem que cuidemos de forma mais adequada da saúde física. É fato que o pensamento religioso tradicional intentou, por longos séculos, minimizar a importância do organismo na conquista das aquisições da alma, como se fosse possível alcançar alguma meta de espiritual negando o corpo com todas as suas funções e necessidades. O corpo, nesse contexto, devia sofrer toda a negação possível e havia quem orientasse infligir-lhe sofrimentos voluntários, caso se objetivasse fruir de condição espiritual especial.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

UM "MÉDIUM CURADOR" [NÃO ESPÍRITA] E O REBULIÇO NA MÍDIA GLOBAL


 
TV Globo entrevistou mulheres que acusaram o “médium” [não espírita] João de Deus sobre as violações sexuais que teriam sofrido quando elas buscaram o tratamento espiritual na “Casa Dom Inácio de Loyola”, localizada em Abadiânia, Goiás. As acusações são de três brasileiras que pediram para não serem identificadas e da coreógrafa holandesa Zahira Lieneke Mous, a única que aceitou mostrar o rosto na televisão.

Será que estamos diante de crimes análogos ao cometido pelo médico Roger Abdelmassih? Hum! Será?

sábado, 8 de dezembro de 2018

DOS DESVIOS E DISTORÇÕES DOUTRINÁRIAS





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Há que se dedicar muito cuidado e atenção na prática cotidiana da programação de nossas instituições espíritas. O compromisso do adepto espírita é com o Espiritismo. E Espiritismo está claramente definido nas obras básicas de Allan Kardec. As inclusões indevidas, práticas que distorcem, inovações oriundas de nossas distrações doutrinárias e mesmo quando criamos o “nosso espiritismo”, correm por nossa conta e risco, gerando responsabilidades de expressão, face às noções indevidas que podemos estar semeando em pessoas que agora se aproximam da Doutrina Espírita e o conhecem distorcido de suas propostas verdadeiras.

quarta-feira, 5 de dezembro de 2018

NEUROSE






O psiquiatra atende ao telefone. A paciente, jovem senhora sob tratamento, reclama:
– Doutor, estou muito preocupada.
– O que houve?
– Venho notando que meu cocô está leve, boiando, ao invés de depositar-se no fundo do vaso. É grave?
      É normal. Não se preocupe. Acontece, às vezes.
Momentos depois, nova ligação.
– Desculpe, doutor, pela insistência… O senhor acha mesmo que não tem problema?
– Com certeza! Fique tranquila.
Mais alguns minutos e…
– Doutor, estive pensando… O normal não seria um cocô mais pesado?