sábado, 25 de setembro de 2021

RESISTÊNCIA ESPÍRITA: TERRITÓRIO DO AMOR QUE PENSA

 


Quando aqueles que se julgam no topo da sapiência teológica se referem ao espiritismo como território de maldição, podem em nós instigar o exercício da benevolência, para seguirmos atuando amorosamente, sob a luz da compreensão de que existe uma diversidade de olhares e ângulos de visão, aumentando assim a imunidade às formas arcaicas de intolerâncias, em cunho religioso, principalmente.

quarta-feira, 22 de setembro de 2021

ANTENA ESPÍRITA 15 ANOS: TAPETE VERMELHO PARA JOANNA DE ÂNGELIS

 


   Coragem, intrepidez, bravura. Todos esses predicados eram exibidos por uma mulher em um dia de fevereiro de 1822, quando a Irmã Joana Angélica se opunha à invasão de seu convento por homens mal intencionados e arruaceiros. Tornava-se ali, atingida que foi por uma baioneta no coração, a primeira mártir da luta pela independência da Bahia.

segunda-feira, 20 de setembro de 2021

ESPIRITISMO À BRASILEIRA: FEDERAÇÃO ESPÍRITA BRASILEIRA (FEB)

 

Federação Espírita Brasileira - Sede histórica - Rio de Janeiro (RJ)


A Federação Espírita Brasileira – (FEB), fundada em 1884 no Rio de Janeiro, considerada hoje a “Casa-Máter do Espiritismo Brasileiro”, não nasceu com a configuração que detém atualmente, ou seja, de congregar todas as instituições espíritas nacionais. Apesar de alguns considerarem que ela foi criada com o propósito de aglutinar as forças dispersas do Espiritismo primevo, no Rio de Janeiro, a proposta foi de funcionar como um centro espírita, promovendo sessões religiosas e outras atividades de propaganda e de caráter assistencial. A revista Reformador anunciou a sua criação com a finalidade que almejava “a propaganda ativa do Espiritismo pela imprensa e por conferências públicas.” É patente que a sua finalidade precípua foi a de divulgar a Doutrina Espírita. Isto ficou bem contextualizado por ocasião do convite da London Spiritualist  Alliance para associar-se a uma ‘confederação internacional’:

sábado, 18 de setembro de 2021

A MORTE DE ACIOLI E NOSSA POLÍTICA ASSASSINA

José Acioli Filho, professor da Ufal, é encontrado morto em Maceió — Foto: Adufal
Foto: portal G1

Tenho tentado dialogar com a fatalidade que nos ronda os corpos, sejam vegetais ou animais; essa força de renovação que silencia e assusta todos os mortais, para não encerrar na morte as repulsas que as emoções sugerem.

Morrer é como nascer.