sexta-feira, 17 de maio de 2019

MARIETA, A BAILARINA DO ALÉM





Chegas irradiando tanta luz:
"Trago luz pra todos...Sou bailarina,
Dezessete anos!..." Sorrindo, iluminas
O ambiente que se inunda de luz...

Depois, me tomas a bênção...E mais:
"Eu sou sua filha..." estendendo-me as mãos
E, sorrindo luz, me pedes perdão...
Como pode, manina-anjo ?...Foi demais!...

segunda-feira, 13 de maio de 2019

A PRECE




No ano de 1981, Gilberto Gil lançou a canção “Se eu quiser falar com Deus”, numa enigmática cartilha que desafia à reflexão, passados tantos anos daquele lançamento. Nas entrelinhas falar com Deus infere “ficar a sós”, “apagar a luz”, “calar a voz”, “encontrar a paz”, “soltar os nós da gravata, dos sapatos, dos desejos e receios” e assim vai estabelecendo os passos do chamado, segundo o autor. Bem diferente do que se apregoa na militância religiosa, onde falar com Deus  exige a formulação de uma lista de pedidos para alcançar o fim que, para o autor seria uma disposição para efetivamente iniciar o contato. Significa que, na canção, falar com Deus requer um preparo, o que na outra visão não é necessário.

AVE CANTEIRO DE IDEIAS!



 
Iniciado em 13 de maio de 2012, apenas como um Blog, em que se pretendia divulgar a Doutrina Espírita na Internet, hoje foi transformado em um Site, com o mesmo objetivo de divulgação da Doutrina Espírita, apenas com uma abrangência muito maior, sendo lido diariamente em vários Países.
Meu primeiro texto foi publicado em 13 de junho de 2012, um mês depois da sua criação e versava sobre a falta de Trabalhadores nas Casas Espíritas, situação essa que, ainda hoje, atinge um grande número de Instituições Espíritas, especialmente aquelas de pequeno porte e/ou em lugares onde a Doutrina Espírita ainda não é muito conhecida.

sexta-feira, 10 de maio de 2019

ADOLESCENTE E VESTIBULAR





 
Como os adolescentes costumam se sentir quando não passam no vestibular e precisam ingressar em um cursinho pré-vestibular?

A cultura contemporânea do descartável incentiva diuturnamente comportamentos como a competitividade, a pressa, a praticidade e a obtenção imediata dos bens que, supostamente, trariam conforto e felicidade. Não passar no vestibular, para o adolescente que se esforçou, pode trazer imensa frustração e profundo sofrimento. As supostas “derrotas” podem assumir uma dimensão subjetiva tão expressiva a ponto de desencadear isolamento social, distorções depreciativas da autoimagem, enfermidades e/ou transtornos mentais como a depressão. O sofrimento decorrente das derrotas depende em boa parte dos diálogos internos que o adolescente alimenta, e essa “leitura” por muitas vezes se torna um marco, saudável ou não, que influencia as próximas experiências de vida.