segunda-feira, 19 de novembro de 2018

SEISCENTOS


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         Quem imaginava meus amigos? Chegamos nesse domingo completando 600 Programas Antena Espírita no ar, ao vivo, direto dos estúdios da Rádio Cidade AM 860, com a possibilidade de acesso pelo site www.cidadeam860.com. Seiscentas horas de temas espíritas.
          Quando iniciamos, há 12 anos, não fizemos qualquer profecia de longevidade. Mirávamos apenas a iniciativa momentânea que se auspiciava. Tínhamos muito claro que a importância da mensagem espírita, em um mundo tão conturbado quanto o nosso, cairia como luva, no fim de noite de domingo entre as pessoas que são fã de rádio. Descobrimos nesse meio tempo que esse meio de comunicação ainda é muito poderoso, apesar do surgimento de outras mídias utilizadas pela população. 

sábado, 17 de novembro de 2018

HERDAR A TERRA




– Crime horroroso cometeu aquele sujeito! Embriagado, avançou o sinal, atropelou e matou três inocentes! Devia existir pena de morte para essa gente!

– Seria pouco! Se eu estivesse ali participaria com satisfação de um linchamento. O miserável merecia morrer junto com suas vítimas!

– Mundo violento este em que vivemos! Você leu sobre a mulher que agrediu o amante que pretendia deixá-la? Aproveitou o momento em que dormia para dar-lhe uma violenta martelada na cabeça! O infeliz não morreu mas terá sequelas que complicarão sua vida.

quinta-feira, 15 de novembro de 2018

DESABAFAR MUDA O CÉREBRO


Contar um trauma altera funções cerebrais, diz o psicoterapeuta. E ajuda a superar a dor

Por Suzane Frutuoso

Falar sobre as dores vividas é essencial para superar um trauma. Ao fazer isso, a pessoa é capaz de reorganizar sentimentos. Até aí, nenhuma novidade. O psicólogo Julio Peres, de 38 anos, foi além. Conseguiu mostrar que a conversa modifica o funcionamento do cérebro. A pesquisa, tema de doutorado de Peres em Neurociências e Comportamento pela Universidade de São Paulo, deve ser publicada em junho na revista Journal of Psychological Medicine. O estudo foi feito com 16 pacientes que sofreram estresse pós-traumático parcial (que não apresentam todos os critérios de diagnóstico). Eles passaram por oito sessões de psicoterapia. Os indivíduos narraram o momento traumático várias vezes. Depois, foram convidados a relembrar situações difíceis que viveram anteriormente e a sensação positiva que tiveram ao superar o problema. Exames de tomografia ao final do tratamento revelaram que o funcionamento cerebral é modificado com a narração. "Quem passou pela psicoterapia apresentou maior atividade no córtex pré-frontal, que está envolvido com a classificação e a 'rotulagem' da experiência", diz Peres. "Por outro lado, a atividade da amígdala, que está relacionada à expressão do medo, foi menos intensa." Isso fortalece a tese de que falar sobre o problema ajuda a pessoa traumatizada a controlar a memória da dor que sofreu.

terça-feira, 13 de novembro de 2018

COMPULSÃO SEXUAL E ESPIRITISMO


 

Certamente, na quase totalidade dos distúrbios na área da sexualidade, a presença da espiritualidade refratária à luz está presente ativamente, participando como causa ou mesmo coadjuvante do processo. O Livro dos Espíritos, na questão 567, é bem claro, ensinando-nos que espíritos vulgares se imiscuem em nossos prazeres porquanto estão incessantemente ao nosso redor, tomando parte ativamente naquilo que fazemos, segundo a faixa vibratória na qual nos encontramos.

Realmente, na compulsão sexual ou ninfomania, a atuação deletéria de seres espirituais não esclarecidos é atuante, apresentando-se como verdadeiros vampiros, sugando as energias vitais dos doentes. O excelso sistematizador da Doutrina Espírita, Allan Kardec, em A Gênese, capítulo 14, define a obsessão como "(...) a ação persistente que um mau espírito exerce sobre um indivíduo". Diz, igualmente, que "ela apresenta características muito diferentes, que vão desde a simples influência moral, sem sinais exteriores perceptíveis, até a perturbação completa do organismo e das faculdades mentais".