quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

ESPIRITUALIDADE NA EMPRESA, SEM RELIGIÃO NA EMPRESA



Por Alkíndar de Oliveira (*)




Como em tudo na vida, existem duas formas de implantar espiritualidade na empresa: a adequada e a não adequada. A não adequada é confundir “espiritualidade na empresa” com a implantação de “religião na empresa”. E este crucial ato pode matar, no nascedouro, a mais eficaz das ferramentas de gestão empresarial de todos os tempos.
Implantar “religião na empresa” significa adotar dogmas, regras e rituais, que pela sua essência geram no ambiente empresarial mais divergências do que convergências. Por outro lado, implantar “espiritualidade na empresa” é adotar princípios e valores, no campo do inter-relacionamento pessoal, que sejam comuns à todas as crenças, o que, em síntese, significa a aplicação do necessário respeito e valorização do próximo e da natureza, que é – esse respeito e valorização - o mais importante pilar da produtividade empresarial.
Espiritualidade na empresa significa ações da empresa e do seu quadro de funcionários que permitam estabelecer um clima de cooperação mútua e de respeito ao próximo e à natureza. Essas benfazejas ações vão propiciar o desenvolvimento pessoal que, além de melhorar substancialmente a produtividade, tende a culminar na espiritualização do indivíduo. Em vez de regras religiosas, devemos adotar procedimentos e atitudes que significarão a aplicação da religiosidade e, assim, surgirão caminhos para o estabelecimento de novos e fortes valores que implicarão no surgimento da responsabilidade social da empresa e dos seus funcionários. Fato este que tenderá a gerar, como natural consequência, a tão comentada e ainda não plenamente vivenciada ética empresarial.

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

POR UM MUNDO SEM HOLOCAUSTOS¹



Por Roberto Caldas (*)


       
A organização das Nações Unidas (ONU) estabeleceu desde 2005 que o dia 27 de janeiro seria instituído como o Dia Mundial de Recordação do Holocausto. Como é historicamente sabido o holocausto, palavra derivada do grego significando “todo queimado”, é a expressão que denomina o terror patrocinado pelos mentores da 2ª Guerra Mundial (1939/1945) que exterminou cerca de seis milhões de judeus entre crianças, adultos e idosos.
            Fatos como esse, certamente a mais cruel tentativa de “limpeza étnica” de que temos notícia, precisa ser lembrado com a finalidade de repassar para a posteridade o quanto o homem pode fazer mal ao outro ao acreditar que é possível subjugar o seu semelhante aos seus interesses, apesar dos direitos universais que lhe são conferidos. Sabemos que jamais é excessivo repetir que ocorrem pequenos holocaustos sempre que alguém mais poderoso utiliza de sua força para imprimir a sua razão à razão do outro e quando se determina que alguém deve perder a vida, mesmo que haja leis civis que determinem tal procedimento.

domingo, 26 de janeiro de 2014

O CAMINHO




Por Paulo Eduardo (*)

Não somos afeitos a frases feitas, mas permitimo-nos repetir João Batista quando ele afirmou: “Endireitai o caminho do Senhor, como disse o profeta Isaias”. A verdade é que essa exortação permanece no ar. Convocação permanente aos homens e mulheres de boa vontade à regeneração das estradas comuns.
Qual o caminho? – As perguntas deste porte emergem a cada dia em textos novos. Relembrar Mahatma Gandhi, na sua famosa alocução: “Não existe um caminho para a paz. A Paz é o caminho”. Por que a lembrança? Acreditamos para dizer sobre a máxima de Gandhi já responsável pela produção de vários livros sob o título “A Paz é o Caminho”, na tentativa de acabar com as guerras e a violência! – Será possível alcançar tal desiderato? – Os autores

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

ACERCA DO OPÚSCULO "ATITUDE DE AMOR"





Por Sérgio Aleixo(*)




O que dizer do opúsculo Atitude de Amor, de Wanderley S. de Oliveira, pelos espíritos Cícero Pereira e Ermance Dufaux, trazendo instruções de Bezerra de Menezes e Eurípedes Barsanulfo para a chegada da “era da maioridade das ideias espíritas”? Só mais um programa de subversão da ordem doutrinária kardeciana. A tática é das mais antigas — frases carregadas de chamadas moralizantes, que funcionam como senha cujo fim é ludibriar as inteligências menos afeitas aos conteúdos e alcances da obra de Kardec. Assim, os absurdos introduzidos no texto podem ser acolhidos pelas almas desprevenidas, que de nada desconfiam porque ali só veem exortações ao bem e ao amor, passando despercebida a grave e sintomática ausência da verdade.
O opúsculo elogia a “vitória” do Pacto Áureo, a reboque do Congresso Espírita Brasileiro de 1999, que lhe comemorou o cinquentenário. Entretanto, critica o “labirinto de obrigações no ramerrão [rotina] do centro espírita”, e reclama da falta de “renovação” e “arejamento cultural” no movimento organizado. Que incoerência! Pois o áureo pacto é que assegurou ao presidente da Federação Espírita Brasileira, à época, ser também o presidente do Conselho Federativo Nacional. Justo isso é que fomentou a situação de extremo “institucionalismo” hoje lamentada, sob inspiração constante do rustenismo, ardilosamente protegido pelo ato de 05/10/1949 (cf. arts. 1.º e 63 do Estatuto da F.E.B.), “a bula papalina” que expandiu na nossa seara “a primeira eclosão dos instintos vaticânicos”, como bem o disse já naqueles dias tristes Herculano Pires.

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

A VIOLÊNCIA NOSSA DE CADA DIA

“Se classificarmos a teoria espírita da penalidade (com dois fundamentos:
1 – imediato – a defesa social humana; 2 – mediato – a tutela,
a correção do delinquente, seu melhoramento, seu progresso) – entre as conhecidas
teorias da ciência criminal, teremos que incluir a penalogia espírita na escola
neocorrecionalista de filosofia penal.”
(Profr. Fernando Ortiz)

“Este é o homem, por natureza; se deixado a si mesmo,
cresce selvagemente: ele rouba como come e mata como dorme.
O direito de sua natureza é a sua necessidade, a base de
sua justiça é o seu prazer, os limites de suas exigências são a
sua ociosidade e a impossibilidade de conseguir mais.”
(Johann Heinrich Pestalozzi)





Por Jorge Luiz (*)






O episódio do complexo penitenciário de Pedrinhas (MA), a exemplo dos ocorridos em outros Estados brasileiros; a violência nossa de cada dia, não só refletem a falência do Judiciário, como também do sistema penitenciário brasileiro, além da interferência de complexas e múltiplas causas políticas e sociais. No fundo, entretanto, a sua gênese está na natureza do homem como Ser moral.
            César Lombroso (1835-1909), psiquiatra, cirurgião, higienista, criminologista, antropólogo e cientista italiano, influenciado pela teoria da frenologia¹, assombrou o mundo em 1876, com a publicação da sua obra: “O Homem Deliquente.”
         Segundo a sua doutrina, tanto o criminoso como o delito são atavismos, herança da idade selvagem, da idade animal e até da infância, e o delito é uma consequência da organização física e moral do criminoso.

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

DIVULGAÇÃO ESPÍRITA E SERIEDADE¹

          


Por Roberto Caldas (*)


       
           A força do Espiritismo se encontra na sua capacidade de sair dos rodeios da linguagem e ir direto ao ponto. O argumento espírita não precisa de firulas nem contrapontos. É simples e destituído de segredos. O próprio método científico utilizado nas pesquisas empreendidas por Allan Kardec teve a finalidade de tirar o véu que escondia a intimidade das revelações espirituais, sobre as quais se escondiam idéias místicas e miraculosas com objetivos nem sempre elevados. Os princípios enumerados para servirem de alicerce a todo o seu arcabouço doutrinário, quais sejam A Existência de Deus, A Imortalidade da Alma, A Comunicação entre Vivos e Mortos, A reencarnação, A Pluralidade dos Mundos Habitados e A Evolução, são conhecimentos milenares que, apesar de todas as resistências que lhe foram impostas, não sofreram um único abalo em suas estruturas.

domingo, 19 de janeiro de 2014

PRECIOSA PROTETORA



Por Gilberto Veras (*)


Está na imponência da lua cheia,
em aconchegante e suave luz.
Nos sois nascente e poente aparece em alegre alaranjado.
Em momentos sombrios surge rápido,
expulsa-os com energia superior
e se estabelece em motivações sedutoras.

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

CRIANÇAS ÍNDIGO E O MOVIMENTO ESPÍRITA¹







             Como explicar a adesão de lideranças e instituições espíritas a uma tese tão absurda?

            A entrada livre do movimento índigo dentro do movimento espírita brasileiro revela apenas o que os espíritas conscientes já sabem (e estes infelizmente são em muito pequeno número): nosso movimento anda longe da trilha proposta por Kardec. Entenda-se que não tomamos aqui essa trilha como um conjunto de dogmas fixos, como um sistema fechado de pensamento. O espiritismo – como queria Kardec – deve estar inserido no mundo, na cultura de seu tempo, deve dialogar com outras correntes de pensamento, deve continuar seu caminho de ciência e de pesquisa.

Mas para isto é preciso um método. A principal contribuição de Kardec foi a criação de um método de abordagem da realidade, que inclui a observação científica, a reflexão filosófica e a revelação espiritual. Esses três caminhos convergem na busca da verdade e um elemento controla o outro. Não se pode aceitar cegamente o que vem pela revelação mediúnica – é preciso passá-la pelo crivo da razão e pela análise do método científico. Aliás, somos nós, encarnados, que fazemos a ciência, e não os Espíritos, que vêm apenas nos intuir, nos ajudar, sobretudo no plano moral. Uma ciência que supostamente nos viesse pronta do Além já deveria ser motivo de desconfiança e é própria de Espíritos pseudossábios.

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

AUTOCONHECIMENTO E OBJETIVOS¹

              


Por Roberto Caldas (*)



   Quais mesmos são os objetivos que intentamos quando nos voltamos a qualquer das práticas que desenvolvemos no mundo? Ocupamos a maior parte de nossas vidas adultas em atividades que consomem os dias e nos remetem a certos resultados que não necessariamente correspondem aos nossos desejos. Será alcançar o nível cultural mais alto, a aquisição da moradia pretendida, uma soma bancária tranquilizadora, a educação dos filhos, uma velhice tranquila, provarmos que podemos a alguém que não nos dá crédito, o almejo da salvação depois da morte?
            Qualquer que seja o motivo que nos move, e cada pessoa possui as suas próprias razões, é fundamental que se saiba qual. Estar atento ao objetivo nos mínimos passos é que nos deixa atento aos degraus que nos levam ao alcance da meta estabelecida. Do contrário, facilmente seremos tomados pelos percalços e dificuldades que se apresentam no cotidiano de nossas buscas. Então deixamos de manter a atenção naquilo que objetivamos e passamos a dar atenção aos desvios que começam a ensejar caminhos facilitadores e logo esquecemos a razão principal do que estamos realmente precisando alcançar.

domingo, 12 de janeiro de 2014

"COMPADRES, AMAI-VOS!?"







Por Jorge Luiz (*)




“A liberdade de consciência é consequência
da liberdade de pensar, que é um dos
atributos do homem; e o Espiritismo, se não a
respeitasse, estaria em contradição com
os seus princípios de liberdade e tolerância” (Allan Kardec)


          
Há dezoito anos escrevi ao confrade Divaldo Franco o convidando para um evento na cidade em que residia, no interior do Estado do Ceará.  Ele educadamente informou que só aceitaria o convite via Federação Espírita. Na ocasião, a Federação do Ceará era presidida pelo saudoso Benvindo Melo que facilmente viabilizou a visita do tribuno baiano.

            As iniciativas de Divaldo Franco, bem como Raul Teixeira àquela época visavam fortalecer o movimento federativo.
            Em nossos dias a atitude assume uma nova feição por parte de algumas federativas, talvez sob a mesma alegativa. São duas as linhas de condutas:
a)    a federativa não avaliza convites feitos a expositor local, que não seja simpático aos trabalhos desenvolvidos pela mesma;
b)    alguns expositores, por sua vez, não participam de eventos patrocinados por casas espíritas que não são afiliadas/não se afinizam com a federativa.

sábado, 11 de janeiro de 2014

CREMAÇÃO¹




Por Paulo Eduardo (*)





Fogo. Queima de corpos. Fuga da vala comum. Avanço na forma de desligar o corpo da vida física. Cremação. Breve relato em torno da separação dos entes queridos pelo evento morte. O adeus significativo aos que partem rumo à Pátria Espiritual. Defesa lídima de um ato inteligente do desprendimento que nos credencia a conviver com a certeza do desligamento

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

ATITUDE ENÉRGICA





Chega de pieguice religiosa, de palestras sem fim sobre a fraternidade impossível no meio de lobos vestidos de ovelhas. Chega de caridade interesseira, de imprensa condicionada à crença simplória, de falações emotivas que não passam de formas de chantagem emocional. [...] Não façamos do Espiritismo uma ciência de gigantes em mãos de pigmeus. [...] Remontemos o nosso pensamento às lições viris do Cristo, restabelecendo na Terra as dimensões perdidas do seu Evangelho. Essa é a nossa tarefa. (Herculano Pires. Jornal Mensagem. Set/1975.)

 Por Sérgio Aleixo (*)






Estudo, prática e divulgação fiéis a Kardec, qualificados intelectual e, sobretudo, moralmente, é o de que necessita nosso movimento espírita. Reitero meu respeito às instituições; às pessoas, mais ainda. Nunca, todavia, aos erros em que podem incidir eventualmente. É dever de todo espírita sincero a advertência; fraterna, mas firme.

Em meio a esta inglória batalha política entre extremos opostos nas ideias (ainda que aliados em minarem a obra de Jesus), entrincheirado se encontra, na mente dos verdadeiros adeptos do Espiritismo, o bom-senso kardeciano. E ele aguarda o quê? Que o nosso amor ao Espírito de Verdade promova às futuras gerações de espíritas o socorro de uma militância independente e aberta, como foi a de Herculano Pires.

Certamente que as futuras gerações de espíritas não estão destinadas a suportar o peso do óbolo maligno que foi depositado no gazofilácio dos melhores esforços da geração atual, por lideranças intoxicadas pelos devaneios da egolatria institucionalizada.

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

ANTENA ESPÍRITA - NOVA TEMPORADA¹

         

Por Roberto Caldas(*)


         Estamos definitivamente entregues á inexorabilidade do tempo. É certo que temos o controle exato de nossas atitudes e pensamentos, apesar de nem sempre fazermos a menor ideia desse poder que nos pertence, porém as curvas do tempo se encontram completamente além das nossas decisões. As horas que compõem a eternidade de nossas vidas passeiam de forma livre e espontânea sem nos perguntar a opinião. Tempo não aproveitado ou mesmo aquele completamente usufruído é saldo que deixa de fazer parte de nossas contabilidades.

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

CHICO XAVIER NÃO É KARDEC!




Por Dora Incontri (*)




Não é objetivo deste artigo atacar quem quer que seja, por manifestar opinião contrária à que vou expor. Mas há questões que devem ser tratadas com cuidado para não se tornarem elemento de confusão. A crítica franca, aberta, racional, própria dos postulados espíritas, deve ser praticada, fraternalmente claro, sob pena de imergirmos de novo nas trevas medievais. Onde não houver questionamento e crítica, onde não houver debate transparente, certamente haverá dominação, ignorância, apatia e graves entraves à autonomia da razão humana e ao desenvolvimento espiritual da humanidade.

Como em minhas viagens pelo Brasil afora, sou indagada sobre a polêmica em foco, resolvi manifestar-me publicamente para examiná-la com as ferramentas críticas que tomo emprestado de Kardec.

Que Chico Xavier seja a reencarnação de Kardec não seria uma hipótese a ser discutida, porque se trata de um absurdo tão sem fundamento que deveria chocar o bom senso de qualquer um (já vi até não-espíritas que conhecem superficialmente a doutrina se mostrarem perplexos diante da idéia). Mas já que se trata de uma afirmação na pena de alguns escritores e médiuns, atuantes no movimento, não podemos deixar de analisá-la.

sábado, 4 de janeiro de 2014

ASSISTENTES E ASSISTIDOS








Por Jorge Luiz (*)



“Deus não concedeu, portanto, superioridade natural
a nenhum homem, nem pelo nascimento, nem pela morte:
 todos são iguais diante dele.” (Allan Kardec)







           
                 A Assistência Social tem como objetivo precípuo resgatar a dignidade humana. É dirigida especificamente para o indivíduo que se encontra em condições de fragilidade, ofertando-lhe condições de recuperar seus direitos à cidadania, a começar pelo direito às necessidades básicas, passando pela emancipação econômico-financeira e a inserção social. Suas descrição e diretrizes estão consolidadas na Constituição Federal Brasileira.
            É imperioso notar que na assistência social a relação entre as partes é de independência, e não de sujeição, mesmo se tratando de poder público e indivíduo/comunidade carente. Teoricamente deve se buscar a mudança da realidade social do indivíduo e da comunidade.  Nunca: indivíduo/poder público (sujeito) e indivíduo/comunidade carente (objeto). A vinculação é de autonomia.

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

COMO AS CASAS ESPÍRITAS DEVEM SER MANTIDAS?







Nenhuma casa espírita, pelo menos em nosso país, recebe qualquer subvenção, seja do governo ou de organizações, do Brasil ou do exterior, portanto, devem ser mantidas pelos esforços de seus próprios trabalhadores. Aproveitamos para tratar desse assunto, por que, assim, poderemos ajudar os dirigentes das casas espíritas na programação do ano seguinte.

Vejamos, o objetivo principal de uma casa espírita é estudar, divulgar e praticar a Doutrina Espírita, subsidiariamente, prestar o concurso moral e material a todos aqueles que a procuram. No entanto, como nos diz o Codificador da doutrina, em página lapidar registrada no livro Obras Póstumas, falando sobre as “vias e meios”: “È de lastimar, sem dúvida, que tenhamos de entrar em considerações de ordem material, para alcançarmos um objetivo todo espiritual”.

A ordem material a que se refere Allan Kardec é a ordem financeira, infelizmente, nos dias de hoje, o dinheiro ainda é a mola central capaz de alavancar as atividades das instituições e, quanto a isso, devemos recordar essas palavras do Codificador: “Para alguém fazer qualquer coisa de sério, tem que se submeter às necessidades impostas pelos costumes da época em que vive e essas necessidades são muito diversas das dos tempos patriarcais”.

quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

UNIDOS - CANTANDO PELA PAZ



Vídeo intitulado "United", foi criado em parceria entre o Playing for Change e do Fundo de População das Nações Unidas. Foram precisos dois meses, sobre a gravação estrada e músicos de filmagem em todo o mundo e este vídeo serve como um exemplo de que não importa quantas coisas nesta vida nos dividir, a música estará sempre lá para nos unir.

O mundo atingiu 7 bilhões de pessoas; 7 bilhões de corações. A música é a linguagem universal de AMOR E PAZ. Esta canção e um “Hino à Paz”, no dia “Mundial da Paz.” Faça-a tocar outros corações.