segunda-feira, 1 de abril de 2013

155 ANOS DA SOCIEDADE PARISIENSE DE ESTUDOS ESPÍRITAS





 Por Jorge Luiz (*)


Considerada pelo jornalista e escritor espírita Deolindo Amorim (1906-1984), como a primeira sociedade genuinamente espírita, Allan Kardec funda em 01 de abril de 1858, a Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas (SPEE).
Para que conservássemos em lembrança, Allan Kardec registra dados da fundação e da sua importância na marcha do Espiritismo, que após a sua morte foi inserido em Obras Póstumas.

Instalada em imóvel alugado, subvencionado por frequentadores que, deliberadamente, resolveram cotizar, foi instalada inicialmente no Palays Royal, galeria de Valois, onde funcionou até 01 de abril de 1859.


A partir de 01 de abril de 1859 a 01 de abril de 1860, funcionou no mesmo Palays Royal, galeria de Montpensier. Instalou-se em imóvel próprio a partir de 01 de abril de 1860, à rua e passagem Sant’Ana, 59.

Segundo o próprio Kardec, a Sociedade foi formada por elementos pouco homogêneos, apesar da boa vontade e que eram aceitos com facilidade um tanto excessiva, o que para ele foi a principal causa das vicissitudes que enfrentou.

No capítulo XXX de “O Livro dos Médiuns”, com o propósito de facilitar a criação de novas Sociedades, Allan Kardec publica o Regulamento da Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas.

Em a Revista Espírita, maio de 1858, Allan Kardec anuncia aos assinantes a boa notícia, oportunidade que realça os propósitos da SPEE, destacando que ela é chamada a prestar incontestáveis serviços à comprovação da verdade.

Este é o espólio da SPEE para as atuais instituições espíritas.

(*) livre pensador e voluntário do ICE-CE.

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