Por Jorge Luiz O Sujeito como Território de Caça Thomas Hobbes, em sua festejadíssima obra Leviatã (1651), sentenciou que o “homem é o lobo do homem”. Para ele, a ausência de uma autoridade central condenaria a humanidade a uma vida “solitária, pobre, sórdida, embrutecida e curta”. O remédio hobbesiano é o Contrato Social de submissão: a entrega irreversível do poder ao Soberano (Estado) em troca de segurança. Hobbes rompe com o pensamento puramente religioso ao defender o Erastismo — a subordinação da Igreja ao poder civil —, sob a premissa de que não pode haver dois senhores disputando a obediência do súdito. Contudo, o Leviatã de Hobbes não anteviu a mutação do Estado-Nação sob o capitalismo. O sistema, consolidado entre os séculos XVIII e XIX, transitou do mercantilismo para o liberalismo industrial, onde o Estado parece diminuir sua intervenção, mas se agiganta na construção das subjetividades. Como propõe Louis Althusser , o Estado realiza-se através de s...


VAMOS ADERIR A MAIS UMA MARCHA PELA VIDA! ESTAREI PRESENTE! VOCÊ LEITOR CONFIRME A SUA PRESENÇA!
ResponderExcluirCastro, eu acho que as Casas Espíritas deveriam se organizar e comparecerem em massa a esse evento. Nas edições que participei foram poucos os espíritas em comparação a outras organizações sociais e religiosas.
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