quinta-feira, 14 de maio de 2015

RACISMO





 Por Paulo Eduardo (*)



A análise de racismo revela a teoria da pureza da raça ou da separação da espécie humana. O tema é explorado notadamente quando usado para fins políticos. Gera segregacionismo totalmente desnecessário para a integração dos seres entre si. A cor da raça nada tem a ver com a singeleza comportamental do homem. Negro, branco, amarelo ou vermelho são cores absolutamente naturais à pigmentação da pele. Nenhuma influência deveria exercer sobre a mente.

Somos todos iguais na evolução do pensamento. Inteligência não tem cor. A ação de homens e mulheres deve ter, tão somente, o tom da sensatez. Urge trabalhar a coerência de uma linguagem de paz. Basta de segregacionismo. O nível intelectual de cada um não se mede em razão das cores. Não custa nada olhar para o semelhante com a visão focada na igualdade das raças. Valores morais, intelectuais e filosóficos são realmente de viés incolor. É inadmissível o preconceito que só faz separar o homem das suas raízes de filho de Deus. Qual a dificuldade para sustentar a convivência com o nosso semelhante? Acreditamos que nenhuma. Afinal somos seres civilizados ou não? Vamos repercutir pelos atos positivos de reconhecer o outro pelo seu valor. Está na hora de trabalhar a harmonia.
Riscar o racismo como triste filosofia de vida. Deixá-lo apenas no registro dicionário. Somos visceralmente contra o pensamento racista. Partidário do racismo é aquele que parou no tempo e adora viver em litígio, envenenando o próprio fígado! A paz é o caminho. Chega de preconceito. Vamos torcer pelo melhor que existe na natureza humana. Racismo jamais!

(*) articulista do jornal Diário do Nordeste, jornalista e integrante da equipe do programa Antena Espírita.

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