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UMA VISÃO ESPÍRITA SOBRE O COVID-19 E AS SUAS CAUSAS ESPIRITUAIS - PARTE II

  Retomo aqui a parte 1/4 do artigo, na qual apresentei uma visão jornalística sobre a pandemia do século XXI, acrescida de duas coberturas históricas de Emmanuel sobre a devastação por pestes nos séculos III e XVIII. Foi citado que: a) A visão supersticiosa da época remetia o surgimento das doenças à ira dos deuses quanto ao cristianismo e, mais tarde, quanto à pretensa reprovação de Deus à conduta de homens instruídos e liberais, em relação ao conservadorismo e ao obscurantismo da idade média; b) Na atualidade, líderes obscurantistas debitam à China o surgimento da COVID-19 por razões comerciais, tudo isto na contramão da Ciência.

EXISTE O "MEIO HONESTO"?

  “Mais vale repelir dez verdades que admitir uma só mentira, uma só teoria falsa”, alerta o Espírito Erasto em O Evangelho Segundo o Espiritismo. Quando o tema diz respeito à HONESTIDADE de dirigentes e trabalhadores das hostes cristãs, o assunto é muito preocupante, ante as evidências. Uma delas, das mais dramáticas, refere-se a líderes religiosos que enriquecem – ficam milionários, eu diria – à custa do dinheiro arrecadado dos fiéis. Acresce-se, aqui, uma observação: Não sou o primeiro, o único, ou o último a divulgar esse cortejo de vícios, mas a Mídia, frequentemente, anuncia e expõe tais fatos, francamente, abomináveis e com grande repercussão negativa.

CONVOCAÇÃO AOS ESPÍRITAS PELO DIÁLOGO!

  Um dos propósitos que norteiam a Associação Brasileira de Pedagogia Espírita é o diálogo inter-religioso, o diálogo com outras filosofias, sejam espiritualistas ou materialistas, sem perda da identidade de um espiritismo kardecista livre – conforme já expusemos num manifesto publicado aqui em fevereiro de 2019.

A MORTE E O ESPIRITISMO EM NOSSAS VIDAS

  O que será o consolo que buscamos nas horas de sofrimento, enquanto estamos na Terra? A pandemia alargou os sofreres nas despedidas contínuas, através da espantosa quantidade de desencarnes. Como nos consolamos? Talvez não exista apenas uma perspectiva de resposta para esta pergunta, haja vista a diversidade de convicções e crenças que nos movem, mesmo quando nos admitimos espíritas!