Por Jorge Luiz O Sujeito como Território de Caça Thomas Hobbes, em sua festejadíssima obra Leviatã (1651), sentenciou que o “homem é o lobo do homem”. Para ele, a ausência de uma autoridade central condenaria a humanidade a uma vida “solitária, pobre, sórdida, embrutecida e curta”. O remédio hobbesiano é o Contrato Social de submissão: a entrega irreversível do poder ao Soberano (Estado) em troca de segurança. Hobbes rompe com o pensamento puramente religioso ao defender o Erastismo — a subordinação da Igreja ao poder civil —, sob a premissa de que não pode haver dois senhores disputando a obediência do súdito. Contudo, o Leviatã de Hobbes não anteviu a mutação do Estado-Nação sob o capitalismo. O sistema, consolidado entre os séculos XVIII e XIX, transitou do mercantilismo para o liberalismo industrial, onde o Estado parece diminuir sua intervenção, mas se agiganta na construção das subjetividades. Como propõe Louis Althusser , o Estado realiza-se através de s...
Desejo agradecer à editoria do Blog Canteiro de Ideias pela gentileza de publicar essa entrevista que, naturalmente, como toda obra humana tem lá as suas falhas, daí ser necessária a generosidade de quem assisti-la relevar as possíveis falhas. Quero também parabenizar a equipe que coordena o Programa Milênio Espírita pelo belo trabalho de divulgação das ideas Espíritas!
ResponderExcluirParabéns ao técnico do canteirodeideias futebol clube (Jorge Luiz) pela escalação dessa dupla de ataque (Nonato e Castro) artilheira. Com um time assim a vitória está afirmada e confirmada. Roberto Caldas
ResponderExcluirO Canteiro de Ideias se sente honrado pela participação do articulista-fundador do blog, Francisco Castro, no programa Milênio Espírita, em uma tabelinha doutrinária com o confrade Nonato Albuquerque. E aí, entra em campo o comentarista, também articulista deste espaço, o confrade e amigo Roberto Caldas. Não tem para ninguém.
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