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O RUSTENISMO E A INFALIBILIDADE BÍBLICA

Por Sérgio Aleixo (*) Roustaing e seus discípulos ainda não haviam chegado à Era da Razão, porque se mostraram por demais entusiastas de teorias mirabolantes, vertidas na linguagem prolixa de Espíritos enganadores, que só fizeram lançá-los às vagas místicas dos tempos mágicos da antiga Era Mitológica. Eles julgavam que textos bíblicos, como os versículos da revelação do anjo a Maria e depois a José, por exemplo, “não podem e não devem ser recusados”.[1] E por esta pseudorrazão, para eles, “o que de Maria nasceu se formou por obra do Espírito Santo”; entendiam que a concepção, a gravidez e o parto “não podiam ser e não foram reais”, mas “apenas aparentes”, porque, “se reais tivessem sido, estaríamos em presença de um fato contrário às leis naturais que presidem à geração dos corpos no seio da humanidade terrena”.[2]

PENSAMENTO LINEAR E PENSAMENTO SISTÊMICO¹

Para o leitor ainda não familiarizado com os termos mundo newtoniano,  pensamento linear, mundo quântico e pensamento sistêmico, exponho a seguir alguns exemplos para que fiquem claros os seus contrastes. No mundo newtoniano, que se sustenta no pensamento linear a regra era o “eu mando e você obedece”. No mundo quântico, que se sustenta no pensamento sistêmico, a regra é: “utilizemo-nos do diálogo para chegarmos a um consenso”.

CONTINUAMOS INDO ATRÁS DO TRIO ELÉTRICO?¹

Por Roberto Caldas (*) Passados os festejos da “alegria compulsória” em terras brasileiras, ao guardar as fantasias e retornar para a luta nossa de cada dia, é fundamental que repassemos os nossos conceitos a partir da matéria prima que conseguimos selecionar entre os muitos estímulos que recebemos de todos os lados. Bombardeados por fatos e notícias, que nos mostram a diversidade de situações que o mundo atravessa, convém ponderações que nos permitam adotar posições raciocinadas, na qualidade de direito e dever ao mesmo tempo.

MILITARES ESPÍRITAS

Talvez, à primeira vista, pareça existir uma certa incompatibilidade entre os ensinos evangélicos e a atividade militar. Porém, analisando profundamente o Evangelho de Jesus e refletindo sobre os ensinamentos espíritas das Obras Básicas e Complementares do Espiritismo, logo verifica-se o equívoco de quem, desta maneira, tira suas conclusões. A atividade militar, como qualquer outra, tem a sua razão e a sua necessidade de existência atual, e deve ser regida, como qualquer outra atividade, por princípios salutares coletivos e individuais. A cada um de nós compete uma tarefa específica na difusão do bem, e esta função deve ser exercida com moralidade e respeito íntimo. Assim procedendo, cada ser estará contribuindo não só para o seu aperfeiçoamento próprio, mas também para o da coletividade da qual faz parte.

CONSUMINDO A VIDA¹

Por André Trigueiro (*) A avassaladora farra consumista desencadeada a partir da Revolução Industrial, potencializada com o avanço tecnológico dos meios de produção e universalizada pela mídia na era da globalização, está custando caro ao planeta. Há evidentes sinais de exaustão dos recursos naturais não-renováveis, já denunciados em sucessivos relatórios do PNUMA (Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente), no estudo divulgado pela organização não-governamental WWF, segundo o qual “o consumo de recursos naturais já supera em 20% ao ano a capacidade do planeta de regenerá-los”, ou ainda no relatório “Estado do Mundo 2004”, do Worldwatch Institute, quando se afirma que “o consumismo desenfreado é a maior ameaça à humanidade”. Os pesquisadores do Worldwatch denunciam que “altos níveis de obesidade e dívidas pessoais, menos tempo livre e meio ambiente danificado são sinais de que o consumo excessivo está diminuindo a qualidade de vida de muitas pessoas”.