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BREVE RECORTE SOCIOPOLÍTICO

    Por Sérgio Aleixo 40 anos da morte de J. Herculano Pires. Para Herculano Pires, “o espírita tem, como cidadão, o direito e o dever de intervir na vida civil do seu país, de participar dos pleitos eleitorais, tanto votando como sendo votado.” E “criaríamos uma ilusão antiespírita se acreditássemos na possibilidade dessa abstenção política alvitrada por alguns confrades em diversas ocasiões.” José Herculano Pires, “Apóstolo Do Espiritismo”

HISTÓRIAS VIVIDAS, MEMÓRIAS CONSTRUÍDAS: DONA IZABEL E OUTRAS BENEZEDEIRAS

  Por Ana Cláudia Laurindo   Dona Isabel foi entre outras coisas que amava, uma benzedeira. Trazer sua memória nestas linhas é eleger sua imagem como representação de tantos outros espíritos fiéis à fé na misericórdia de Deus, Jesus, Maria e todos os santos, para curar os males que na Terra afetam ricos e pobres, pois a benzeção não tem classe social. Conheci muitos, por todos eles, fui benzida! Olhado, olho gordo, quizilas diárias eram retiradas com a força das folhas de arruda ou vassourinha e as palavras santas ditas e retornadas.

SOMOS FEITOS DA MESMA MATÉRIA DE NOSSOS SONHOS

    Por Doris Gandres Considerado um dos maiores dramaturgos e escritores de todos os tempos, William Shakespeare apresenta um dado singular, não muito comum: reencarnou e desencarnou no mesmo dia: 23 de abril (de 1564 e de 1616, respectivamente), tendo vivido em grande parte no século dezesseis, quando a Inglaterra desfrutava os tempos de ouro, sob o reinado de Elizabeth I. Escreveu mais de 150 sonetos, inúmeros dramas históricos, tragédias e comédias, particularmente utilizados no teatro, inclusive até hoje; e não só no teatro, mas também no cinema e na televisão.

A RETÓRICA DO PONTO DE VISTA

      Por Roberto Caldas Há um adágio popular, e, portanto sem autor conhecido que subscreve uma verdade incontestável: “a cada cabeça uma sentença”             Verdade, aliás, reforçada como se pode apreciar pela principal obra do Espiritismo, O Livro dos Espíritos (q.833), como se pode ver a seguir: “Há no homem qualquer coisa que escape a todo o constrangimento, e pela qual ele goze de uma liberdade absoluta?   – É pelo pensamento que o homem goza de uma liberdade sem limites, porque o pensamento não conhece entraves. Pode-se impedir a sua manifestação, mas não aniquilá-lo”