Por Dora Incontri (*) (Escrevi esses pensamentos, muito sentidos, há alguns anos. Pretendia publicá-los num livro, mas antes que ficarem guardados, na memória do computador, melhor partilhar com outros que, como eu, estejam amadurecendo essa que é a maior herança divina em nós: a capacidade de amar.) Parque Nacional da Tijuca - Rio de Janeiro O amor é o oposto da indiferença. O amor nunca tanto faz, com o que o ser amado faz. Por isso se empenha sempre por um fazer de luz. O amor pode curar, salvar, elevar, educar, regenerar. Mas tudo a longo prazo, pois para se mostrar, atuar e agir, precisa muito ter paciência, perseverar, persistir, muitas, infinitas vezes perdoar… Tudo devagar. O amor desgovernado, tumultuado pelas paixões, queima os corações, provoca afastamentos, descontentamentos, dilacerações… Por isso, o amor precisa se asserenar, se suavizar, alimentando-se de eternidade!
Desejo agradecer à editoria do Blog Canteiro de Ideias pela gentileza de publicar essa entrevista que, naturalmente, como toda obra humana tem lá as suas falhas, daí ser necessária a generosidade de quem assisti-la relevar as possíveis falhas. Quero também parabenizar a equipe que coordena o Programa Milênio Espírita pelo belo trabalho de divulgação das ideas Espíritas!
ResponderExcluirParabéns ao técnico do canteirodeideias futebol clube (Jorge Luiz) pela escalação dessa dupla de ataque (Nonato e Castro) artilheira. Com um time assim a vitória está afirmada e confirmada. Roberto Caldas
ResponderExcluirO Canteiro de Ideias se sente honrado pela participação do articulista-fundador do blog, Francisco Castro, no programa Milênio Espírita, em uma tabelinha doutrinária com o confrade Nonato Albuquerque. E aí, entra em campo o comentarista, também articulista deste espaço, o confrade e amigo Roberto Caldas. Não tem para ninguém.
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