Por Jorge Luiz O Grito da Canalhice: Uma Definição Multifacetada “Assim sendo, declaro vaga a Presidência da República.” Com essas palavras, o presidente do Senado, Auro Moura Andrade, anunciou a um tumultuado Congresso Nacional, na madrugada do dia 2 de abril de 1964, que João Goulart não era mais o presidente do Brasil. Jango estava em Porto Alegre. Na gritaria que se seguiu à fala de Auro, o deputado Almino Afonso ouviu Tancredo Neves, líder do governo na Câmara, gritar: “Canalha! Canalha! Canalha”. A frase é frequentemente citada por outros políticos em momentos de crise, como fez o senador Roberto Requião, em 2016, durante o processo de impeachment de Dilma Rousseff, evocando a memória do ato de Moura Andrade e a reação de Tancredo.
Desejo agradecer à editoria do Blog Canteiro de Ideias pela gentileza de publicar essa entrevista que, naturalmente, como toda obra humana tem lá as suas falhas, daí ser necessária a generosidade de quem assisti-la relevar as possíveis falhas. Quero também parabenizar a equipe que coordena o Programa Milênio Espírita pelo belo trabalho de divulgação das ideas Espíritas!
ResponderExcluirParabéns ao técnico do canteirodeideias futebol clube (Jorge Luiz) pela escalação dessa dupla de ataque (Nonato e Castro) artilheira. Com um time assim a vitória está afirmada e confirmada. Roberto Caldas
ResponderExcluirO Canteiro de Ideias se sente honrado pela participação do articulista-fundador do blog, Francisco Castro, no programa Milênio Espírita, em uma tabelinha doutrinária com o confrade Nonato Albuquerque. E aí, entra em campo o comentarista, também articulista deste espaço, o confrade e amigo Roberto Caldas. Não tem para ninguém.
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