Por Jorge Luiz O Mito da Identidade Intacta Antes mesmo de pronunciarmos a primeira palavra ou esboçarmos o primeiro pensamento reflexivo, já fomos batizados. O nome próprio — esse signo fundamental que carrega nossa existência jurídica e social — nos é atribuído pela expectativa, pelo gosto e pelas projeções do outro. Somos nomeados no escuro. Para muitos, no entanto, o amadurecimento da consciência traz consigo um estranhamento visceral diante desse rótulo herdado. Descobre-se que a roupagem simbólica recebida no berço não se ajusta à pele de quem nos tornamos, levando um número crescente de pessoas a recorrer ao Direito Civil para alterar aquilo que parecia ser a mais imutável das certezas: a própria alcunha. Talvez houvesse um ganho civilizatório profundo se a consolidação do nome dependesse de uma validação posterior, um ...

É uma obra que vale a pena ser divulgada e ajudada. Poucos trabalhos são tão dedicados ao futuro como esse de permitir o crescimento saudável de crianças pobres como esse que o IPREDE realiza. Colabore como você puder!
ResponderExcluirSou doador.
ResponderExcluirE convido todos a participarem dessa empreitada de Amor ao próximo.