Por Jerri Almeida A produção literária, desde a Grécia Antiga, vem moldando seus enredos e suas tramas utilizando-se de contextos e fatos históricos. Os romances épicos, que em muitos casos terminam virando, contemporaneamente, filmes ou novelas de grandes sucessos, exploram os aspectos de época, muitas vezes, adicionando elementos mentais e culturais de nosso tempo. Essa é uma questão perigosa, pois pode gerar os famosos anacronismos históricos. Seria algo como um romance que se passa no Egito, na época de um faraó qualquer, falar em “burguesia egípcia”. Ora, “burguesia” é um conceito que começa a ser construído por volta dos séculos XII-XIII, no Ocidente Medieval. Portanto, romances onde conceitos ou ideias são usados fora de seu contexto histórico, tornam-se anacrônicos.

Quem desejar entender o Educador Allan Kardec e o Espiritismo no seu legítimo objetivo que é Obra de Educação, arranje um tempinho e assista esse documentário que sairá muito enriquecido, principalmente com a abordagem da prof. Dora Incontri.
ResponderExcluirBoa sessão!
Parabéns Jorge pela felicidade de ter publicado esse vídeo! Eu não o conhecia e ví até o final, gostei muito, bastante esclarecedor para entendermos um pouco mais sobre este grande esquecido do movimento espírita. Grande abraço e mais uma vez, parabéns!!!
ResponderExcluirFernando Bezerra
Caro Jorge, espero que, nas reuniões de hoje, os dirigentes estejam lembrados de fazer referência a essa figura cujo trabalho tem trazido tanta luz para nossas existências. Ótima lembrança do Blog!
ResponderExcluirAssisti até o fim. Muito lindo! Toda vez que vejo documentário a respeito do trabalho de Allan Kardec me emociono. Pela determinação dele, a humildade, a sabedoria, e a consciência do que tinha que ser feito sem encarar como sacrifício. Tudo realizado com muito carinho. Muito grata a esse espírito iluminado chamado ALLAN KARDEC!
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