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NATAL




Por Paulo Eduardo (*)



Fomos buscar a simplicidade para dizer Natal! Provar o novo sabor da festa maior do calendário da existência. Nasce Jesus. Aniversário surpreendentemente com margem para receber todos os convidados no mesmo diapasão de amor. Escolha seletiva de cada um para a grande reflexão. O certo é que o mundo respira numa paradinha aureolada pelo tom da harmonia que enseja a reciprocidade do Feliz Natal. É o vai e vem da felicidade sonhada e decantada em todos os quadrantes do globo. Vamos trazer a luz interior capaz de brilhar até no escuro da solidão. Paradoxo? Talvez. Um aproveitamento do otimismo para reescrever a mensagem de Natal que não admite tristeza. 

Nasce Jesus e renasce a cada espaço do dia. Coincidentemente somos tangidos pelo som magnífico de mil violinos na orquestração do hino ao amor, onde todos devemos respirar o ar puro da alegria. Natal mais forte, no próximo dia 25. Nova poesia a orvalhar os olhos da sensibilidade para dizer ternuras. Noite Feliz! Por que só noite? Sejamos suaves o dia todo. Vamos cantar, a uma só voz, o Feliz Natal para todos! Nada de sonhar como eternas crianças a espera do presente no sapato colocado aos pés da cama. E os descalços não teriam o direito à felicidade? Em vez de fechar os olhos vamos divisar de frente o dia de amanhã, na certeza de encontrar a eterna Paz do Senhor dos Mundos. Esse mundo que é nosso pelo Amor de Deus! Sejamos todos religiosos na mesma temática onde as preces transfiguram-se na máxima de Amar o Próximo como a si mesmo. Sejamos felizes, sim, ao lado do Menino que já nasceu grande e presente para sempre.

(*) jornalista, integrante da equipe do programa Antena Espírita e articulista semanal do Diário do Nordeste.

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