Por Wilson Garcia Existe uma verdade diante da qual desaparecem todas as diferenças: a trajetória humana é finita, embora se desenrole dentro da infinitude. Todos passam. Os cantores e os poetas. Os artistas e os artesãos. Os cientistas e os agricultores. Os presidentes e os operários. Os milionários e os pobres. Os anônimos e os famosos. Os homens e as mulheres que ocupam as manchetes dos jornais, assim como aqueles cujos nomes jamais serão registrados pela história. Há democracias construídas pelos homens. Há uma, porém, que independe de governos, leis ou ideologias: a democracia do tempo. Diante dela, todos comparecemos em absoluta igualdade.

Meu Caro Jorge, você está demonstrando que não esqueceu as sábias palavras de Allan Kardec! Não fosse você até o aniversário do mestre Lionês teria passado em branco. Avante compoanheiro!
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