sábado, 6 de agosto de 2022

TESTEMUNHOS DA IMORTALIDADE

 


Por Américo Domingos N. Filho

 

Quando é abordado o tema da “imortalidade”, em um encontro de pessoas, é comum a exposição de relatos de casos pessoais concernentes à presença insofismável de seres desencarnados, atestando a sobrevivência do ser após a morte do corpo físico.

Na seara científica, existem incontáveis demonstrações de comprovação da imortalidade e muitos pesquisadores, em todas as épocas, sempre expuseram suas comprovações em relação ao tema em tela. Um deles, identificado como um dos proeminentes precursores, na Europa, foi exatamente um sábio inglês, considerado o maior expoente científico de sua época, William Crookes, descobridor do tálio, inventor do radiômetro, bem como dos tubos eletrônicos de catódio frio para a produção de raio-X, transformando a ciência ao ponto de proporcionar métodos precisos e rápidos de diagnóstico médico e o surgimento da televisão e dos monitores de computadores.

quarta-feira, 3 de agosto de 2022

DIREITA, ESQUERDA E CAOS INTERNACIONAL

 


Por Ana Cláudia Laurindo

O discurso faz parte da manutenção estrutural de qualquer tipo de poder, mas, em sociedade, não tem o poder de substituir uma estrutura em efeitos políticos, econômicos, culturais e históricos; desse modo, podemos afirmar que nem tudo é apenas discurso.

segunda-feira, 1 de agosto de 2022

A CONDIÇÃO HUMANA

 


 Por Doris Gandres

Para quem efetivamente deseja conhecer e entender a doutrina espírita e, além disso, considerar-se e dizer-se espírita, essa doutrina nos apresenta de modo muito claro os dois grandes obstáculos à necessária renovação da humanidade, não apenas a individual: a incredulidade e o fanatismo, que se opõem a uma fé lúcida, sólida e esclarecida, em consonância com as leis naturais de liberdade, igualdade e fraternidade, que correspondem ao modo de ver das novas gerações e dos anseios de justiça e oportunidades igualitárias para todos.

sábado, 30 de julho de 2022

A PROPÓSITO DO AMOR

 

            

Por Roberto Caldas

            Dizem que João, um dos mais reconhecidos discípulos de Jesus, nos anos de sua ancianidade passou a adotar um discurso monocórdico, não significando monótono, mas conscientemente repetitivo.

            Àqueles que o procuravam, com inúmeras solicitações e petitórios, João ensinava com voz pausada, tranquila e reflexiva: “Jesus ensinou que amássemos uns aos outros”. Utilizava essa melodia espiritual como curativo polivalente para todas as feridas. Essa talvez seja a razão de ter-se tornado conhecido como o Apóstolo do Amor.